Mongólia
Localizada entre o Sul da Rússia e o Norte da China é o sétimo maior país da Ásia, porém, com uma das menores populações do continente. Bem pouco tempo atrás se tratava de um país inacessível aos ocidentais, fato que lhe rendeu o título de a última fronteira, é o berço de Genghis Khan, o Grande Guerreiro, gênio militar e líder hábil. Um país com uma sociedade simples, tradicionalmente dedicada à vida pastoral, à vida nômade. Suas vastas extensões de estepes; a absoluta magnitude da beleza dos cenários e a renomada hospitalidade de seu povo têm pouco mudado no decorrer do tempo. Descobrir esta terra de homens nômades com tradições milenares é sem dúvida uma viagem ao passado... E como Marco Polo disse: "... Não digo a metado do que eu vi, porque ninguém acreditaria em mim..."
Dicas
Clima:
O verão é geralmente curto e ameno e o inverno longos e gelados. A Temperatura média anual é de -5°C, Janeiro é o mês mais frio na capital, com temperatura média de -25°C, e o mês mais quente é julho, com temperatura média de 14,4°C.
O que vestir:
Recomenda-se levar roupas quentes, calçados cômodos e repelente contra os insetos (para os meses de calor).
Língua:
O idioma oficial da Mongólia é o khalkha mongol e é falada por 90% da população, outros idiomas falados são o Chinês, Russo e Inglês .
Cultura e costumes:
Até hoje a Mongólia é um país nômade por excelência. Por mais que a capital, Ulan Bator, aglutine cada vez mais gente em blocos de apartamentos herdados de 75 anos de comunismo, metade dos 2,5 milhões de habitantes do país ainda vive da criação de animais e mora numa ger (lê-se "guér"), a tenda redonda tradicional, revestida de lã de camelo para proteger do frio do inverno. Fora as antenas parabólicas, cada vez mais comuns, as tendas continuam praticamente iguais às de 800 anos atrás, quando Gêngis Khan (por lá, Chinggis Khaan pronuncia-se "tchinguis ram") unificou os clãs espalhados pela região e iniciou a conquista do que viria a ser o mais extenso império territorial da história.
Os mongóis de hoje em nada lembram os violentos cavaleiros que apavoraram o mundo do século 13: são extremamente gentis e hospitaleiros, a ponto de compartilhar comida com os visitantes mesmo quando ela é pouca. Embora adotem o budismo tibetano, muitos nunca abandonaram os rituais do xamanismo e a adoração a Khokh Tenger, o Céu Eterno. Basta olhar para as estrelas do deserto para entender por quê.
O que comprar:
Na Mongólia o viajante encontrará diversos trabalhos em cobre e excelente lã de caxemira além de diversos vestidos tradicionais.